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Tipos de Diabetes

Conhece o famoso pâncreas?

O pâncreas é um órgão que se localiza atrás do estômago e entre o duodeno e o baço. Produz algumas hormonas importantes para nosso sistema digestivo. Em condições rotineiras, quando o nível de glicose no sangue sobe, células especiais, chamadas células beta, produzem insulina. Assim, de acordo com as necessidades do organismo no momento, é possível determinar se essa glicose vai ser utilizada como combustível para as atividades do corpo ou será armazenada como reserva, em forma de gordura. Isso faz com que o nível de glicose (ou taxa de glicemia) no sangue volte ao normal.

O que é Diabetes Tipo 1?

O sistema imunológico de algumas pessoas combate equivocadamente as células beta. Logo, pouca ou nenhuma insulina é libertada para o corpo. Como resultado, a glicose fica no sangue, em vez de ser usada como energia. Esse é o processo que caracteriza a Diabetes Tipo 1.

A Diabetes Tipo 1 aparece geralmente na infância ou adolescência, mas pode ser diagnosticado em adultos também. Essa diversidade é sempre tratada com insulina, medicamentos, planeamento alimentar, exercício e atividade física, para ajudar a controlar o nível de glicose no sangue.

O que é Diabetes Tipo 2?


A Diabetes Tipo 2 afeta a capacidade do organismo de converter o açúcar presente no sangue em energia. Este processo é controlado por uma hormona designada por insulina. Na Diabetes Tipo 2, o organismo não responde à insulina como devia (a chamada "resistência à insulina") e também não produz insulina convenientemente. Isto tem como resultado a subida anormal e progressiva dos níveis de "açúcar" no sangue (glicemia).

Há outros tipos?

Entre o Tipo 1 e o Tipo 2, foi identificado ainda a Diabetes Latente Autoimune do Adulto (LADA). Algumas pessoas que são diagnosticadas com o Tipo 2 desenvolvem um processo autoimune e acabam perdendo células beta do pâncreas. E há também a diabetes gestacional, uma condição temporária que acontece durante a gravidez.

O que é Diabetes Gestacional?

Durante a gravidez, para permitir o desenvolvimento do bebé, a mulher passa por mudanças no seu equilíbrio hormonal. A placenta, por exemplo, é uma fonte importante de hormonas que reduzem a ação da insulina, responsável pela captação e utilização da glicose pelo corpo. O pâncreas, consequentemente, aumenta a produção de insulina para compensar este quadro. 

Pode acontecer em algumas mulheres este processo não ocorrer e elas desenvolvem um quadro de diabetes gestacional, caracterizado pelo aumento do nível de glicose no sangue.

 O controlo da diabetes gestacional deverá ser feito em ambiente hospitalar especializado, na maioria das vezes, associado a orientação nutricional adequada.

Pré-Diabetes!

Já imaginou se o corpo humano contasse com um sistema de alarme que dispara quando o risco de desenvolver uma doença aumenta? Não seria uma oportunidade de mudar o seu futuro?

Pré-diabetes significa que o nível de açúcar no sangue é mais elevado que o normal, mas ainda não é suficientemente elevado para se classificar como diabetes Tipo 2. Se não for tratada, a pré-diabetes irá, provavelmente, tornar-se diabetes Tipo 2 em 10 ou menos anos. Se tiver pré-diabetes, o seu corpo já poderá estar a sentir os efeitos da diabetes - principalmente no que diz respeito ao coração e ao sistema circulatório.

Mas não são só más notícias. A pré-diabetes pode servir como uma chamada de atenção e dar-lhe a oportunidade de melhorar a sua saúde, uma vez que a evolução da pré-diabetes para diabetes do Tipo 2 é evitável. Com mudanças no estilo de vida - tais como alimentação saudável, a prática de exercício físico e a manutenção de um peso saudável - poderão ajudar a normalizar o nível de açúcar no sangue.

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